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Bancada feminina é formada; líderes isolam candidata bolsonarista

12/04/2019 16:05

Deputadas federais costuraram um acordo para isolar representantes do partido de Jair Bolsonaro (PSL) do comando da bancada feminina na Câmara dos Deputados, em Brasília. Nesta última quarta (10) foi eleito o núcleo da bancada, com deputadas que vão do DEM ao PSOL. A coordenadoria ficou com a deputada Dorinha Rezende (DEM/TO)



A bancada feminina é temática e possui poder mais simbólico do que prático. Apesar disso, com 77 deputadas, é a maior da história. Em comparação às últimas eleições, o crescimento foi de 50%.


Eleita como coordenadora-geral, Dorinha Rezende foi secretária da educação e cultura do Tocantins por 10 anos. É professora e foi eleita como deputada federal pela primeira vez em 2010. O comando da bancada será feito por ela e mas três coordenadoras adjuntas, todas estreantes na Câmara: Tereza Nelma (PSDB/AL), Sâmia Bomfim (PSOL/SP) e Tábata Amaral (PDT/SP).


Era parte da estratégia da deputada endossar as lideranças para deputadas mais ligadas à esquerda. A articulação contou até mesmo com deputadas de partidos mais à direita, como o PP.



A deputada federal Aline Sleutjes (PSL/PR) foi até o fim na disputa pela coordenadoria-geral. Para defender a candidatura, ofereceu às deputadas união e transparência.


Já Dorinha apostou em uma linha mais técnica, apresentando dados sobre violência contra a mulher, argumentação semelhante a de Tábata. A deputada pedetista ganhou destaque a pressionar o agora ex-ministro da Educação Ricardo Vélez durante comissão. Já Bomfim foi vereadora em São Paulo. (Assista abaixo).


"Hoje participei de uma reunião com o Ministro Ricardo Veléz na Comissão de Educação. Insistentemente o questionei sobre quais eram os projetos e metas para melhorar a qualidade da educação no Brasil, mas não obtive resposta pic.twitter.com/RyvyOawUJU.


A tradição da bancada feminina é a de encontrar pautas em comum a favor das mulheres entre deputadas de diferentes partidos e ideologias, como o combate à violência doméstica, equidade salarial e inclusão das mulheres na política.


Fonte: UOL


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