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Cartão de confirmação será liberado às 10h de sexta, 20

19/10/2017 09:20

Nesta sexta-feira, 20, a partir das 10h, os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão saber seu local de realização das provas, em 5 e 12 de novembro. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai liberar a consulta ao cartão de confirmação, documento que informa o número de inscrição; a data, hora e local das provas; a opção de língua estrangeira escolhida e os atendimentos específicos e/ou especializados, caso tenham sido solicitados.

Os candidatos poderão consultar o cartão na página do participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ou pelo aplicativo do Enem – que deve ser atualizado a partir desta sexta-feira. O acesso ao cartão se dá pelo número do CPF do estudante e a senha cadastrada no ato da inscrição. Antes de acessar as informações, os participantes deverão ler um aviso do Inep sobre a declaração de comparecimento.

A partir desta edição do Enem, o participante que precisar comprovar sua presença na prova deverá imprimir e levar a declaração personalizada. No dia do exame, ele deverá apenas colher a assinatura do coordenador de local de prova. Haverá uma declaração para cada domingo de aplicação. As declarações já estarão liberadas para download. O cartão de confirmação só será visualizado após o participante confirmar ter lido o aviso e estar ciente de que é o responsável por levar a declaração, caso necessite.

Não é obrigatório levar o cartão de confirmação no dia das provas, mas o Inep sugere que todos tenham em mão o documento para facilitar o acesso às informações de sua inscrição. Outra orientação é que os candidatos façam o trajeto antes do dia do exame e verifiquem a distância, o tempo gasto e a melhor forma de chegar ao seu local de prova, para evitar atrasos no dia da aplicação.

Senhas – Participantes que esqueceram a senha cadastrada na inscrição deverão recuperá-la para conseguir acessar o cartão de confirmação. O Inep preparou um passo a passo, na Página do Participante, com orientações para três situações específicas. A recuperação simples é para aqueles participantes que esqueceram a senha, mas lembram o e-mail cadastrado, para onde uma nova senha será enviada. Já o estudante que não se lembra da senha, nem do e-mail, mas se lembra do telefone cadastrado, poderá receber a nova senha por SMS. Quem não se lembra da senha, do e-mail e do celular deverá cadastrar novos dados de contato.


Veja mais informações na Página do Participante.


Assessoria de Comunicação Social - MEC


Edital seleciona 30 bolsistas para doutorado na Alemanha


A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) divulga nesta quarta-feira, 18, o resultado do Edital N° 15/2017, referente ao Programa CAPES/DAAD/CNPq, para bolsas de estudo na Alemanha em todas as áreas do conhecimento. Foram selecionados 9 candidatos para a modalidade doutorado pleno; 3, para doutorado sanduíche com cotutela e 18 para doutorado sanduíche.


CAPES/DAAD/CNPq


O programa tem o objetivo de apoiar candidatos para realização de doutorado pleno, de doutorado sanduíche e de doutorado sanduíche com cotutela na Alemanha, contribuindo para a consolidação da cooperação científica entre os países.


Assessoria de Comunicação Social - CAPES


MEC anuncia 'residência' em escolas e mudanças no Prouni


Medidas fazem parte de esforço para melhorar formação de professores


BRASÍLIA — Em razão do alto índice de docentes sem formação adequada no Brasil, o Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quarta-feira a Política Nacional de Formação de Professores. Entre as medidas a serem implantadas está o preenchimento, a partir de 2018, de 20 mil vagas ociosas em cursos de licenciatura oferecidas por meio do Prouni, que dá bolsas em instituições de ensino superior privada. Com esse objetivo, serão aceitos candidatos que tenham renda maior do que a permitida para ingressar no programa. Outra ação é o "Programa de Residência Pedagógica", com 80 mil vagas em 2018 para alunos de cursos de licenciatura fazerem estágio em escolas de educação básica.

Também está previsto destinar 75% das novas vagas da Universidade Aberta do Brasil (UAB), que oferece cursos à distância, para a formação de professores. Cursos de mestrado para professores da rede de educação básica, cursos de especialização em educação infantil e cooperação internacional também estão entre as medidas anunciadas.

No Prouni, que oferece bolsas em instituições de ensino superior privadas, há uma oferta de 56 mil vagas em cursos de licenciatura, que formam professores, das quais 20 mil não estão ocupadas. Atualmente, para conseguir uma bolsa integral, é preciso ter renda familiar mensal de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais de 50%, a renda não pode ultrapassar os três salários mínimos.

— Para induzir a formação docente, vamos ampliar os benefícios tanto para a segunda licenciatura, como para a formação inicial, flexibilizando a legislação atual para preencher as vagas ociosas (no Prouni) — disse secretária executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Castro.

Segundo dados do último Censo da Educação, divulgado em 2016, há 2.196.397 professores de educação básica, que engloba a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio. Cerca de 494 mil não têm ensino superior. Deles, 6 mil sequer têm o ensino médio. O restante - 1,7 milhão de professores - fizeram o ensino superior, mas cerca de 95 mil não têm cursos de licenciatura, que são voltados justamente para a formação de docentes.

Dos 1,6 milhão com licenciatura, muitos não têm formação na área em que dão aulas. O problema é maior nas séries finais no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Na avaliação de Maria Helena Castro, a questão se torna mais grave quando se considera que apenas 60% dos professores de língua portuguesa e 50% dos de matemática têm licenciatura nas suas disciplinas.

— O problema é que língua portuguesa e matemática são os mais complicados. Os alunos têm aulas todos os dias (dessas disciplinas). Assim, o tempo em que são expostos a aulas sem professores com formação adequada é muito grande — disse Maria Helena, concluindo: — Isso é grave.

A consequência, segundo ela, já é conhecida: resultados insatisfatórios nas avaliações nacionais e internacionais.

Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, as medidas anunciadas não são bombásticas nem milagrosas. Ao contrário, ele elogiou o que entende ser sua simplicidade.

— O que estamos apresentando hoje são um conjunto de ideias, simples, básicas, mas que têm condição de mudar a formação de professores, que é um dos pontos mais importantes para que a gente mude a educação no Brasil — disse Mendonça.

De acordo com o Censo da Educação, há hoje no Brasil 1.471.930 alunos em curso de licenciatura, o que significa 18,4% das matrículas no ensino superior. Deles, 61,6% fazem cursos presenciais e 38,4% cursos à distância.


O Globo 


Maioria que conclui ensino superior ganha salário abaixo de R$ 3 mil


Em todo o país, entre os profissionais que concluíram o ensino superior nos últimos dois anos, a maior parte recebe salário inferior a R$ 3 mil, segundo levantamento divulgado hoje (18), em São Paulo, pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). A pesquisa aponta ainda a desvalorização da licenciatura - enquanto 50% dos profissionais dos cursos de bacharelado recebem abaixo de R$ 3 mil, na licenciatura o percentual sobe para 88%.

Dos oriundos da rede pública, 21,8% ganham menos de R$ 1 mil, 54,4% têm salário entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, 16,8% recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil e 6,1% têm renda acima de 5 mil. Entre os egressos da rede pública, 23,1% ganham menos de R$ 1 mil, 48,1% estão com faixa salarial de R$ 1 mil a R$ 3 mil, 22,1% recebem de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 6,8% têm salário acima de R$ 5 mil.

Para Rodrigo Capelato, diretor do Semesp, a diferença salarial entre aqueles que estudaram em rede pública e particular não é substancial entre recém-formados. Segundo ele, o grande desafio dos cursos de graduação é elevar a renda de quem já trabalha e estuda para melhorar de vida. “As pessoas estão se formando e os salários não estão subindo tanto assim”, explicou.

A maioria dos alunos ainda se matricula em carreiras clássicas do bacharelado, 40% optam por direito, administração, engenharias e ciências sociais. Na comparação entre os salários, os engenheiros têm os de melhor renda: 32,1% ganham entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, sendo que 10% recebem de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Entre os formados em administração, 15,99% encontram-se na faixa salarial entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.


Empregabilidade


Segundo o levantamento, 47,09% trabalham na área de formação, 34,3% dos egressos não trabalham e 18,7% atuam em uma área diferente da sua formação. A pesquisa também indicou que 38% entre aqueles que responderam que não trabalham dedicam-se à pós-graduação. Já 12% estão fazendo outro curso de graduação e 48,3% não têm ocupação.

Egressos de entidades privadas e públicas concordam que as instituições de ensino precisam fazer mais parcerias com empresas, investir em aulas práticas e fomentar estágios. O levantamento ouviu 1.445 participantes de 135 cursos diferentes de todo o país, sendo 1.089 formados e 356 pessoas que abandonaram o curso ou ainda estudam. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.


Agência Brasil 


Fies compromete 20% da renda de 40% dos alunos formados, diz Semesp


SÃO PAULO - Cerca de 40% dos alunos que concluíram o curso de ensino superior a partir de 2013 estão comprometendo mais de 20% de sua renda mensal para pagar o Fies, programa de financiamento estudantil do governo federal. Os dados são de levantamento realizado pelo Semesp, sindicato das instituições de ensino superior privado, que entrevistou mais de 1,4 mil alunos e ex-alunos que se formaram entre 2013 e 2016.

A pesquisa mostra ainda que 18% das pessoas que contrataram o financiamento estudantil estão desembolsando entre 30% a 50% do salário para pagar a dívida. "O período de amortização do Fies está coincidindo com a crise econômica marcado pelo desemprego e salários mais baixos. O levantamento mostra que mais de 70% daqueles que se formaram há até dois anos ganham até R$ 3 mil", disse Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

Capelato pontuou ainda que em algumas regiões do país o cenário é ainda mais grave. No Sul e Sudeste, 9,5% dos entrevistados comprometem pelo menos 50% da renda mensal para pagar o Fies. No Norte, Nordeste e CentroOeste, 24% das pessoas que concluíram a graduação até 2015 recebem até R$ 1 mil, por mês. "Comprometer 20% de um salário de R$ 1 mil é muita coisa. Esses números explicam a inadimplência alta do Fies", afirmou. Segundo a

Controladoria Geral da União (CGU), 47% dos contratos de Fies firmados antes de 2010 estavam com pagamento em atraso.

Uma das propostas do novo Fies, cujas regras ainda estão em análise pelo governo, é que o comprometimento da renda seja de até 10%, com débito direto do salário do ex-aluno.

Segundo levantamento do Semesp, 7,4% dos entrevistados comprometem mais de 50% da renda mensal para pagar o Fies; 18% destinam de 30% a 50% do salário; 9,6% usam de 25% a 30% do salário para amortizar a dívida; 6,4% dos jovens destinam de 20% a 25% para o Fies; 13,8% destinam de 15% a 20% do rendimento mensal; 11,7% dos entrevistados pagam de 10% a 15% do salário para amortizar o financiamento estudantil, 23,4% dos ex-alunos comprometem de 5% a 10% do salário e 5% dos entrevistados destinam 9,6% do seu rendimento mensal para pagar a parcela do Fies.


Valor Ecônomico 

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